Ela abriu as janelas deixando que o sol arejasse a sala escura e fétida. Quantos anos desde a última vez que estivera ali? Ela nem conseguia mais se lembrar.
Percorreu os cômodos tranportando-se no passado. Ouviu os risos da sua infância, tanta coisa havia acontecido nesses longos anos. Aquela casa e aquele passado pareciam ter acontecido em outra vida.
Lembrou-se [...]
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COMO FLOR DE NOVE HORAS
Publicado em Conto em Outubro 4, 2007 | 1 Comentário »